O estresse
oxidativo é definido como um acúmulo de espécies
reativas de oxigênio que causam danos à estrutura
das biomoléculas DNA, lipídios, carboidratos e proteínas,
além de outros componentes celulares. Estudos comprovam
que o estresse oxidativo está relacionado com o envelhecimento,
apoptose, câncer, diabetes mellitus e arterioesclerose.
As espécies reativas de oxigênio podem ser geradas
de forma endogéna durante o metabolismo celular, ou de
forma exógena, como por exposição à
drogas. Para se defender destas espécies reativas de oxigênio,
as células aeróbicas desenvolveram vários
mecanismos de defesa. A enzima antioxidante superóxido
dismutase (SOD) compreende duas formas: citoplasmática
(SOD1) - Cu/Zn e a mitocondrial (SOD2) - Mn. A enzima SOD catalisa
a dismutação do ânion superóxido em
oxigênio e peróxido de hidrogênio, que pode
ser posteriormente degradado pela catalase ou peroxidases. Também
fazem parte do sistema de proteção contra os efeitos
da oxidação o tripeptídeo glutatião
e a proteína metalotioneína.
A linha de pesquisa Estudo da resposta ao estresse oxidativo
busca investigar o papel das isoformas da enzima SOD, bem como,
do glutatião e da metalotioneína, no controle do
equilíbrio redox da célula de Saccharomyces cerevisiae.